Atitude da Enfermeira e Recuperação do Paciente

Ter uma compreensão clínica do vício em sexo é um método eficaz de tratá-lo. Entender por que algo é do jeito que é pode remover parte do mistério e do medo que o cercam. Revelar os fatos de um problema evita desculpas e desespero que atormentam os esforços de recuperação de muitos viciados em sexo.

O cérebro é um órgão Clínica de Recuperação para dependentes químicos em João Pessoa complexo, que funciona com sinais químicos e elétricos. Os sinais elétricos dos nervos fazem com que o cérebro libere substâncias químicas que, por sua vez, são captadas pelos receptores. Por exemplo, quando uma pessoa se envolve em um ato sexual, o cérebro recebe a notícia dos nervos conectados aos sentidos. Em seguida, libera dopamina, que é captada pelos receptores. Tudo isso produz uma sensação de “sentir-se bem” que deixa a pessoa relaxada, satisfeita e contente. Também entorpece ou anula sentimentos ruins como desespero, ansiedade e frustração.

É natural usar o sexo dessa forma, mas para alguns os receptores químicos precisam de mais e mais estimulação para serem ativados. A “fiação” no cérebro é ajustada para que o sexo se torne a maneira preferida e mais fácil de conseguir a liberação de dopamina. Para os viciados em sexo, isso significa uma dependência do sexo como um mecanismo de enfrentamento das emoções negativas. A falta de sexo por si só pode causar a necessidade de agir e um verdadeiro vício se desenvolve.

Saber por que um desejo sexual está acontecendo pode ajudar a pessoa a controlá-lo. A abordagem clínica desse vício ensina o viciado a estudar seu próprio comportamento e humor para evitar as condições que causam desejos, saber quando estão se formando e superá-los. Um desejo não pode durar para sempre e, sabendo como avaliar sua duração, um viciado pode superá-lo melhor.

Parte do processo clínico é a terapia. Um terapeuta profissional pode falar com o viciado para ajudá-lo a identificar as causas de seu comportamento e resolver esses problemas. Se os problemas subjacentes não forem vistos e resolvidos, o trabalho de base que causou o problema permanece. Trauma e negligência na infância, condições de vida estressantes, depressão e, em alguns casos, um desejo sexual exagerado podem levar uma pessoa ao vício. Esses são problemas que precisam de um profissional para chegar ao fundo.

Também desempenhando um papel no processo clínico estão os programas de 12 passos. Estes ensinam um viciado a monitorar seu estilo de vida e assumir a responsabilidade por ele. O programa acompanha o adicto fora das reuniões e sessões de terapia onde trava a verdadeira batalha e, além disso, dá ao adicto exemplos do mundo real de como os outros lidam com seu vício.

Se um viciado puder pagar e seu caso for drástico o suficiente, uma estadia em uma instalação de tratamento oferece vários benefícios. Isso força o viciado a ficar longe do sexo por um tempo enquanto aprende habilidades de enfrentamento para evitar o uso de sexo como droga. O tratamento inicial é intenso e leva menos tempo do que a terapia normal.

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